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O Tao parece vazio

Mas não se esgota jamais

Quão profundo e infinito

É mãe de todos mortais

Cega a sua agudez

Das correntes quebra os nós

Diminui seu próprio brilho

E se iguala ao próprio pó

Oh quão calmo Ele é

Eu não sei quem são os seus

Mas o grande Tao parece

Ser mais velho do que Deus.

Publicado por Ateliê de Blogs

www.ateliedeblogs.wordpress.com

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